A próxima parada seria a Ilha do Cardoso, mas a parada foi abortada devido a hora em que chegamos em Cananéia.
Deveriamos estar bem cedo na cidade para pegar um dos barcos que levam turistas a Ilha do Cardoso, que fica cerca de 20 minutos de barco, mas as paradas atrasaram nossa chegada.
Ao sairmos do hotel no centro da ilha, atravessamos toda a ilha sentido norte fazendo várias paradas para fotos,
mas com uma parada especial para o saudosismo.
Paramos na vila de Pedrinhas,
que fica no centro da ilha para uma última visita a casa
que por quase 40 anos foi nossa e que no exato dia de nossa parida foi vendida.
Visitamos a casa e ficamos algum tempo no pier já que a Luiza resolveu que tomaria um banho na ducha que traz a água da cachoeira do outro lado do “rio”
Como a sorte está do nosso lado, vários golfinhos acompanharam a balsa em que estávamos fazendo a travessia da Ilha para Cananéia…..
No final conseguimos ver pelo menos alguns golfinhos, o que era nosso objetivo principal na visita a Ilha do Cardoso.
Seguimos rumo a Caverna do Diabo, não sem antes nos perdermos, mas vai ai um absurdo sem tamanho.
Seguiamos o caminho indicado pelo GPS, percorrendo a lateral de uma obra muito grande que mais parecia uma pedreira, quando de repente a estrada é interrompida por montes de pedras que chegavam a vários andares de altura.
Isso nos custou quase 60 quilômetros a mais, 2 pedágios e mais de uma hora de atraso para chegar em Eldorado,
onde conseguimos em um quiosque de informações turísticas a informação do horário de abertura da Caverna.
conclusão: tínhamos pouco mais de uma hora para rodar os 45 km e chegar a tempo de visitar a caverna ainda hoje, já que o parque não abre as segundas feiras.
Chegamos a tempo de alcançar o último grupo do dia e fizemos a visita contornando o medo que Luiza sentiu ao entrar na escura, mas belíssima caverna.
Rodamos por mais meia hora e nos hospedamos em Iporanga.
Depois de muitas indicações resolvemos sair para comer o melhor sanduba de Iporanga, que segundo os moradores seria no Dony.
Varremos a “cidade” por todas as suas 4 ruas e nada de acha o Dony, até que ao perguntar para uma moradora ela apontou para um trailer do outro lado da rua, que mais parecia abandonado e disse:
Aqui é o Mac Dony:
Por sorte estava fechado !!!
Aí resolvemos fazer o bom e velho arroz com atum e estreamos o fogareiro que achei que não fossemos usar.
PS.: tomei uma surra de meia hora para fazer o trem funcionar !!!























No comments yet.